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Voltar 27/06/2018 - Hoje em Dia

RETRAÇÃO

Luciana Sampaio Moreira

Marcelo Veneroso: “Os números de Minas oscilaram durante os cinco primeiros meses do ano e a greve dos caminhoneiros pode gerar impactos nos resultados de junho”

Marcelo Veneroso: “Os números de Minas oscilaram durante os cinco primeiros meses do ano e a greve dos caminhoneiros pode gerar impactos nos resultados de junho”

Sob impacto dos efeitos da greve dos caminhoneiros, a indústria de máquinas e equipamentos de Minas Gerais aposta no segundo semestre para iniciar o processo de recuperação, após quatro anos de crise. Em maio, o setor registrou queda de 3,5% no faturamento, no comparativo com o mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2017, a retração foi de 5%. 

As exportações também caíram 6% ante abril e 9% em relação a maio de 2017. O nível de utilização da capacidade instalada do setor aumentou 0,3% em relação a abril e houve acréscimo de 2% ante maio de 2017, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos em Minas Gerais (Abimaq-MG). 

O presidente da entidade, Marcelo Veneroso, ressaltou que o setor produtivo mineiro e nacional iniciaram 2018 com maior confiança, apesar do cenário econômico instável e com fracos sinais de recuperação. “Estamos mais para zero a zero. Os números de Minas oscilaram durante os cinco primeiros meses do ano e a greve dos caminhoneiros pode gerar impactos nos resultados de junho”, previu.

Nacional
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) vai esperar os números de junho para rever as expectativas para o setor, que projeta incremento de 7% a 8% para 2018. Se junho voltar para o “azul” e o dólar continuar na marca dos R$ 3,70 a R$ 3,80, considerado ideal para as empresas, será possível alcançar as metas definidas no início do ano.

O presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, ressaltou que a falta de investimentos em infraestrutura tem direcionado o setor para as exportações, que respondem por 49% do faturamento das empresas. “Estou esperançoso em relação a 2019. O Brasil precisa de segurança jurídica, marco regulatório e ambiente de negócios propício para voltar a crescer”, adiantou.

Em maio, o setor registrou retração de 3,1% na comparação com abril deste ano. Comparado a maio de 2017, a retração já chega a 6,2%. No acumulado do presente exercício, o incremento foi de 2,4%.

A queda foi puxada pela forte redução nas exportações que tiveram retração de 39,7% em maio, em relação a abril e de 26,4% ante maio de 2017. A retomada dos embarques em junho deve reverter parcialmente essa queda. Os destinos das exportações do setor são América Latina, Estados Unidos e Europa. 

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