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Voltar 11/01/2018 - Brasil Mineral

USIMINAS

A Usiminas conseguiu retomar o crescimento em 2017, após sofrer por um longo período os efeitos das crises do mercado do aço e da economia brasileira. Entretanto, a perspectiva para 2018 é completamente diferente, após três trimestres com Ebitda positivo. 
 
A empresa deve divulgar seus resultados financeiros consolidados do ano no próximo mês de fevereiro, mas os indicadores têm se mostrado animadores. Até o momento, o Ebtida Acumulado da Usiminas nos doze meses anteriores a 30 de setembro passado atingiu os mesmos patamares de 2013 e 2014, período anterior à severa crise que marcou os anos 2015 e 2016 na companhia. 
 
Segundo Sergio Leite, presidente da Usiminas, o ano que muitos querem esquecer, a Usiminas quer lembrar. “Foi um ano que marcou um processo consistente de retomada dos resultados e que, pela primeira vez nos exercícios recentes, nos permitiu planejar de fato o ano seguinte”, afirma.
 
Entre os pontos positivos para recuperação da Usiminas está o religamento do Alto Forno 1 da Usina de Ipatinga. O equipamento estava parado desde 2015, em razão da baixa demanda, e voltará a operar em abril deste ano. Com isto, serão duas mil toneladas a mais na produção de ferro gusa e, consequentemente, uma diminuição na aquisição de placas de terceiros. A Mineração Usiminas já havia retomado duas plantas paralisadas em razão da crise. Duas unidades de tratamento de minério – flotação e mina leste – voltaram a operar, gerando cerca de 400 novos empregos na operação da empresa em Itatiaiuçu (MG). 
 
As ações estão entre as mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo e acumulam valorização recorde de 121,9% ao longo do ano. Em setembro, a Standard & Poors elevou a nota de crédito da Usiminas de CCC+ para B-, destacando pontos como recuperação de preços e demanda, reestruturação da dívida e liquidez. Em outubro, a Fitch anunciou a elevação da nota da empresa de CCC para B, uma melhora significativa no perfil de crédito da companhia. No último mês de 2017, a Usiminas realizou a primeira amortização de sua dívida, no valor de US$ 90 milhões. O pagamento ocorre com cerca de dois anos de antecedência em relação ao prazo acertado na negociação realizada junto a credores brasileiros e internacionais. Em janeiro, a empresa realizará novo pagamento, relativo a bonds, no valor de US$ 180 milhões, resgatando o total das notas. 
 
Em relação aos empregados, a Usiminas retomou o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados com um adiantamento dos valores no início de dezembro. O montante antecipado foi fixado em 30% do salário e o restante deve ser pago, segundo os critérios estabelecidos junto aos empregados, no primeiro trimestre de 2018. A empresa finalizou o primeiro de três anos do Programa Trilha da Liderança, em parceria com a Fundação Dom Cabral, que visa preparar os seus 388 lideres para o futuro da organização. 

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